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Procedência Com fontes

Por que procedência virou risco operacional (e não só “compliance”)

Em 2025, a Polícia Federal no Amazonas destruiu centenas de estruturas de garimpo ilegal e estimou prejuízo bilionário às organizações. Para quem compra ouro na indústria, o sinal é claro: metal sem origem rastreável não é só problema ambiental. É risco de golpe, atraso e operação que trava.

Barras de ouro
Foto ilustrativa · Unsplash (licença livre)

Dado (g1 / PF, jan/2026): operações no Amazonas ao longo de 2025 resultaram na destruição de mais de 375 dragas, balsas e infraestruturas, com prejuízo estimado em R$ 1,408 bilhão nas ações com valores divulgados. A PF também avançou sobre a cadeia financeira, com bloqueio de mais de R$ 74 milhões em ativos.

O que a fiscalização está atacando

Não é só apreender equipamento no rio. A estratégia descrita pela PF e pela imprensa é descapitalizar o crime: destruir logística e atingir quem financia, lava e comercializa. Em novembro de 2025, operação conjunta do ICMBio, PF, Funai e Exército no oeste do Amazonas inutilizou 13 dragas e estruturas, com prejuízo estimado de cerca de R$ 17,5 milhões aos infratores.

Reportagens de investigação (como a da Deutsche Welle) descrevem esquemas de “esquentamento” de ouro amazônico usando documentação do sistema oficial. Sem checagem de ponta, o comprador B2B pode entrar sem querer em uma cadeia suja.

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